segunda-feira, 3 de abril de 2017

sábado, 2 de julho de 2016

Arvore Frutifera de Goji Berry

Arvore Frutifera de Goji Berry


  • Nome Científico: Lycium barbarum
  • Nomes Populares: Goji, Bagas-de-goji, Goji berry, Lício da Barbária, Wolfberry
  • Família: 
  • Categoria: ,
  • Clima: ,
  • Origem: 
  • Altura: 
  • Luminosidade: 
  • Ciclo de Vida: 
  • Goji ou goji berry é o nome comum do fruto das espécies relacionadas Lycium barbarum e L. chinense. O goji é um arbusto decíduo e frutífero, que pertence à família das solanáceas (a mesma do tomate e da batata), e é muito popular na China, por ser um alimento saboroso e funcional, considerado até mesmo como remédio. Atualmente o goji vem ganhando apreciadores no mundo todo com a difusão da cultura oriental no Ocidente.
    O goji apresenta caule ramificado, com ramagem esparsa, espinhosa, e textura inicialmente herbácea, que vai gradualmente lignificando com o tempo. Seu porte varia de 1 a 4 metros de altura, mas geralmente não ultrapassa 2 metros. As folhas são lanceoladas a ovaladas, verdes, mebranáceas, e podem ser solitárias e alternas ou fasciculadas e em grupos de até três folhas. As flores são hermafroditas, axilares e crescem no verão, em grupos de 1 a 3, apresentando cálice campanulado e corola em formato de funil, de cor roxa. Os frutos surgem no outono e são pequenas bagas oblongas ou ovóides, vermelhas e com cerca de 6 a 16 sementes marrons.
    No paisagismo, o goji presta-se como arbusto isolado ou em grupos, sendo interessante para a formação de cercas vivas. Pode ser plantado em vasos e, se lhe for oferecido suporte e amarração, pode ser conduzido como trepadeira. As podas, realizadas após a frutificação, renovam a folhagem e estimulam a formação de um arbusto mais compacto e cheio. É uma espécie interessante para atrair passarinhos, que avidamente devoram os frutos saborosos. Na culinária pode ser consumido de diversas formas, sendo a mais comum, como fruto desidratado, de forma semelhante a uvas passas, podendo ser misturado ao iogurte ou aos cereais matinais. Seu sabor lembra o tomate, a cereja e a uva passa, com um toque de nozes. Ele pode, no entanto, ser consumido fresco, em sucos, geléias, licores, vinhos e até em pratos salgados, com frango, porco, legumes, sopas, saladas, molhos e arroz. As folhas são utilizadas como salada e no preparo de infusões. O goji é uma fruta muito nutritiva e carregada de vitaminas, fibras, minerais e antioxidantes naturais, como Vitamina C e flavonóides. Na China, o consumo diário da fruta está relacionado com uma vida longa e saudável.
    A colheita do goji deve ser cuidadosa. Os frutos são sensíveis e amassam com facilidade. A desidratação pode ser realizada ao sol. Cuidado: Há relatos de alteração dos níveis de coagulação sanguínea em pessoas idosas que ingeriram o chá. Não utilize como fitoterápico sem o conhecimento do seu médico. Há suspeita também de que o fruto verde seja tóxico. Consuma sempre bem maduro.
    Deve ser cultivado sob sol pleno, em solo fértil, levemente alcalino, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Aprecia climas quentes e secos, mas é capaz de se adaptar a ambientes úmidos. Apesar de tolerar o frio, é interessante seu cultivo em estufas no inverno rigoroso de locais temperados. A frutificação inicia-se cerca de 1 a 3 anos após o plantio. Multiplica-se por estaquia de ramos lenhosos e por sementes que germinam com facilidade.

    Fonte:http://www.jardineiro.net/plantas/goji-lycium-barbarum.html

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Plantação de árvores frutíferas - a formação do pomar

As espécies de árvores frutíferas escolhidas para a formação do pomar devem ser aquelas que melhor se adaptem às condições de clima e solo da região



As espécies de árvores frutíferas escolhidas para a formação do pomar devem ser aquelas que melhor se adaptem às condições de clima e solo da região, e que tenham maior aceitação e melhor aproveitamento da fruta ao natural ou transformada em suco, geleia, compota, e outros.

“A maioria das plantas frutíferas produz em uma época definida do ano. Assim, é importante que sejam cultivadas espécies diversas se o objetivo é ter um a produção de frutas durante o ano todo”, afirma o professor Dalmo Lopes de Siqueira, do curso Produção Comercial de Frutas em Pequenas Áreas, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas.

As frutíferas podem ser classificadas em função de suas exigências climáticas. As espécies de clima temperado, quando forem utilizadas mudas de raíz nua, devem ser plantadas nos meses de julho e agosto, por exemplo. E quando as mudas forem de torrão o plantio já pode ocorrer ao longo do ano, desde que se disponha de irrigação. As espécies de clima tropical e subtropical devem ser plantadas no período de chuvas, ou até mesmo na seca, se houver água disponível.

A época de colheita das frutas, das diversas variedades e espécies, pode variar de uma região para outra em função das condições climáticas e do manejo da cultura. Sendo assim, abaixo as principais épocas de colheita das frutas de algumas espécies e variedades:
Abacateiros: principalmente entre abril a
setembro; entretanto, com o cultivo de
variedades diversas pode-se ter colheita
o ano todo;
Laranja Hamlin: março a junho;
Abacaxi Pérola: abril a julho;Limão Siciliano: janeiro a abril;
Abacaxi Smooth cayenne: outubro a fevereiro;Limão Tahiti: dezembro a junho;
Ameixeira: novembro a janeiro;Limão Galego: novembro a abril;
Bananeira: ano todo;Limão Cravo:  abril a junho;
Caquizeiro: fevereiro a maio;Macieira: dezembro a fevereiro;
Caramboleira: novembro a janeiro;Mamoeiro: ano todo;
Coqueiro: agosto a março;Mangueira: novembro a março;
Figueira: dezembro a abril;Maracujazeiro: janeiro a junho;
Goiabeira: janeiro a abril;Marmeleiro: janeiro a fevereiro;
Jabuticabeira: setembro a dezembro;Nectarina: outubro a dezembro;
Laranja Natal: julho a novembro;Nespereira: agosto a novembro;
Laranja Valência: setembro a janeiro;Pereira: janeiro a fevereiro;
Laranja Bahia: março a julho;Pequizeiro: novembro a janeiro;
Laranja Baianinha: março a julho;Pessegueiro: novembro a fevereiro;
Laranja Serra d’água: março a junho;Tangerineiras Poncã: abril a setembro;
Laranja Campista: março a julho;Tangerineiras Murcotte: junho a outubro;
Laranja Piralima: março a junho;Tangerineiras Rio: abril a julho;
Laranja Itaboraí: julho a setembro;Tangerineiras Cravo: março a agosto;
Laranja Lima: março a junho;Tangerineiras Dancy: julho a setembro;
Laranja Pera: maio a fevereiro;Videira: dezembro a fevereiro.
Laranja Sanguínea: março a junho;


Leia mais: http://www.cpt.com.br/cursos-fruticultura-agricultura/artigos/plantacao-de-arvores-frutiferas-a-formacao-do-pomar#ixzz3vsfArY2y


Fonte:http://www.cpt.com.br/cursos-fruticultura-agricultura/artigos/plantacao-de-arvores-frutiferas-a-formacao-do-pomar
Leia mais: http://www.cpt.com.br/cursos-fruticultura-agricultura/artigos/plantacao-de-arvores-frutiferas-a-formacao-do-pomar#ixzz3vseuDBbB

domingo, 22 de novembro de 2015

Arvores Frutíferas Romã

Arvores Romã

Originária do Oriente Médio e da Ásia Menor, a romã é o fruto da romãzeira. A fruta é do grupo das punicáceas e possui uma polpa comestível, além de pequenas sementes. Conhecida desde a Antiguidade, a romã passou a ser domesticada no Irã por volta de 2000 a.C. Os fenícios levaram a fruta para as regiões próximas ao Mar Mediterrâneo. No Brasil, a romã chegou através dos portugueses.

A romã possui uma importância histórica grande, uma vez que fez parte do contexto cultural de muitos povos. Para os gregos, a fruta era um símbolo da fecundidade, tendo inclusive, sido consagrada à deusa do amor e da beleza, Afrodite. Para os judeus, a fruta simbolizava a esperança de que o ano novo que se iniciava, seria melhor do que o que se passara. Em Roma, era um símbolo da ordem e riqueza.

As capacidades medicinais da fruta já eram conhecidas desde a Antigüidade. Sabe-se que a romã é uma fruta oxidante, mineralizante e refrescante. O chá produzido pelas cascas do fruto é eficaz contra infecções de garganta. Além disso, é usado no combate a diarréias e disenterias.

Existem dois tipos de romãs. A romã amarela possui uma grande quantidade de sementes e um pequeno mesocarpo (parte carnosa). Já a vermelha possui um pequeno número de sementes e uma grossa camada carnosa, sendo, portanto, o tipo mais vendido em supermercados, feiras, etc.

O exportador mais importante da fruta é a Espanha, sendo que Turquia e Tunísia também produzem quantidades significativas da fruta. O maior comprador da fruta é a Inglaterra, sendo usada principalmente em zonas de mineração, uma vez que a fruta é benéfica mediante a contaminação de metais pesados.

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Projeto para reflorestar Vale do Açu receberá R$ 2,8 milhões da Petrobras

A iniciativa também pretende formar uma rede de 40 coletores de sementes

POR AGÊNCIA BRASIL

como_plantar_caju (Foto:  )















O projeto Vale Sustentável, coordenado pelo engenheiro agrônomo Francisco Auricélio
de Oliveira Costa, presidente da Associação Norte-Rio-Grandense de Engenheiros Agrônomos
(Anea), promoverá o reflorestamento do Vale do Açu, no Rio Grande do Norte, que sofre forte
ação de degradação.
Selecionado para apoio pelo Programa Petrobras Socioambiental, o projeto receberá,
em dois anos, R$ 2,8 milhões para recuperação de área superior a 1 milhão de metros
 quadrados de áreas degradadas.
Em entrevista hoje (16/1), Costa destacou que o Vale do Açu sofre degradação ambiental
com a extração de argila, para produção de tijolos e telhas para o parque ceramista,
e lenha para queimar esses produtos. “Este é o dano maior. Isto vem sendo operado
 em escala muito larga no Rio Grande do Norte”, lamentou.
As cerâmicas produzidas abastecem mercados do estado e também de Pernambuco,
da Paraíba e de parte do Ceará, “o que causa degradação muito forte. Este é o cenário”.
Com base nessa constatação, foi idealizado o projeto Vale Sustentável para participar do
 edital socioambiental da Petrobras. A meta é recuperar boa parte das áreas degradadas,
tornando o trabalho referência, “porque ninguém faz isso na região”.
Auricélio Costa informou que cerca de  65 mil mudas de espécies nativas, com cajueiros
, umbuzeiros, juazeiros e cajaranas, são cultivadas para o reflorestamento do Vale do Açu.
 O plantio ocorrerá entre os meses de março e maio deste ano, por moradores de assentamentos
 da reforma agrária, que são áreas de domínio público, chamadas reservas legais.
O presidente da Anea explicou que as comunidades assentadas são induzidas a participar
do projeto, por meio de ações de  educação ambiental, “porque não basta ir a uma área
degradada e plantar as mudas. Se a comunidade não for educada, conscientizada para
 fazer mais, não ajudará o projeto”.  Costa salientou que, como as comunidades precisam
de renda, as pessoas que participarem do plantio serão remuneradas.
“Não é um trabalho voluntário”, disse.
As comunidades envolvidas participam de cursos de conscientização ambiental.
Elas são preparadas para que não desmatem e recuperem áreas degradadas.
"Com isso, conseguiremos manter uma reserva de cerca de 600 mil hectares como patrimônio.”
Além da recuperação de áreas, o projeto pretende formar uma rede de
 40 coletores de sementes, regulamentados pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente
e Recursos Naturais Renováveis  (Ibama). Cursos de capacitação são ministrados sobre
 recursos naturais, tratamento de resíduos sólidos e lixo nas agrovilas.
Segundo Costa, a maior dificuldade foi conseguir sementes para o início do projeto.
 A ideia é formar coletores que fornecerão sementes para o projeto, entidades públicas
 e viveiros privados da região. O projeto prevê  ainda a formação de 40 jovens agentes
 ambientais da rede pública de ensino, na faixa etária de 12 a 18 anos, para monitoramento
das reservas ambientais.
As informações mapeadas do projeto também servirão de subsídio para trabalhos
 desenvolvidos por institutos federais da região. Costa prevê concluir o projeto até o fim deste ano.
Fonte:http://revistagloborural.globo.com/Noticias/Sustentabilidade/noticia/2015/01/projeto-para-reflorestar-vale-do-acu-recebera-r-28-milhoes-da-petrobras.html

domingo, 30 de agosto de 2015

Quais frutas são originais do Brasil?

Quais frutas são originais do Brasil?

O caju é uma das frutas típicas do Brasil. Foto: Alex Moreira
O caju é uma das frutas típicasdo Brasil. Foto: Alex Moreira
A riquíssima diversidade natural do Brasil também se faz presente com árvores frutíferas, e os estudos na área de fruticultura apontam mais de 300 espécies nativas. A professora Flávia Cartaxo, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano, que estuda as frutas com potencial econômico, dá uma pista das árvores frutíferas nativas que são exploradas comercialmente no Brasil: araticum, cajuí, caju, cajá, acajá, umbu, macaúba, buriti, babaçu, jatobá, goiaba, araçás, pitanga, jabuticaba, cagaita, jenipapo e maracujá.
O nome de algumas frutas não é muito familiar? Veja então algumas bem mais populares para o gosto do brasileiro e que não são nativas: manga, graviola, pinha, tamarindo, romã, abacate, acerola, jaca, uva, jambo e carambola. E tem mais: até a banana é estrangeira!
As espécies nativas destacam-se no comércio de frutas frescas, na produção de matérias-primas para a agroindústria - suco, geléias, licores, polpa, bolachas, compotas, sorvete -, indústria farmacêutica e indústria de cosmético. "Além disso, muitas dessas frutas são importantes fontes de alimento e de sustento para as populações de baixa renda em várias partes do país, fixando o homem no campo", explica a professora Flávia.
Algumas espécies são tão difundidas pelo mundo, que fica difícil definir sua origem exata. É o caso do coco, por exemplo. "Para alguns pesquisadores, ele é considerado uma fruta exótica da Ásia, enquanto para outros, é uma árvore nativa da América do Sul, provavelmente no litoral Norte e Nordeste do Brasil", esclarece a professora. O que não se discute, no entanto, é o bem que as frutas - nativas ou não - fazem ao nosso corpo, como fontes riquíssimas de vitaminas

Fonte:http://revistaescola.abril.com.br/geografia/fundamentos/quais-frutas-sao-originais-brasil-496994.shtml